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A Bolha Social: Como o sistema atual destrói você?


Por causa de nossa programação, e também em consequência do sistema atual criasse o que chamamos de “Bolhas Sociais, culturas e de crenças”.

O que isso significa?

Significa que a sociedade, através da adaptação natural (adaptação provida de nossa programação como seres humanos) não é uma adaptação consciente ou seja, é uma adaptação que depende do ambiente (família, amigos, sociedade, mídia, cultura, religião, grupos sociais, experiências de vida tanto positivas como negativas, as conexões que temos com pessoas e objetos, religião, e etc).

Como o sistema atual não se importa nem um pouco em oferecer o melhor para o ser humano, então o ser humano cresce e se desenvolve de acordo com o que acha “normal” e “aceitável”. De forma simples, o ser humano não cresce com seu máximo potencial porque o sistema tirou isso dele.

Em consequência desse problema, criasse então várias bolhas ou se você preferir diferentes níveis de grupos. Esses grupos dividem a sociedade em muitos pedaços. Isso é o que acontece a nível cultural e social. A nível individual criasse outras bolhas como por exemplo a bolha do:

  Ø O que eu sinto é o que importa
  Ø O que acredito (minha crença) é uma verdade absoluta
  Ø Gosto daqueles que pensam como eu penso

De forma simples, por causa do grande erro do sistema atual, toda a sociedade é prejudicada porque como o ser humano cresce sem as melhores informações, logicamente cresce sem desenvolver 30% do seu potencial, quando na verdade poderia desenvolver 70-80-90% de seu potencial com as melhores informações.

Como consequência, quanto mais livre o mundo fica, piores tendem a ser as bolhas. Porque agora o ser humano que é “livre” irá dar muito valor ao sentimentalismo, ao otimismo exagerado, ao populismo, ao politicamente correto, ao socialmente correto e para piorar irá acontecer duas coisas:

   1.     Serão facilmente manipulados porque o desenvolvimento em muitas áreas importantes como intelectual e emocional foram danificadas.

     2.     Irá criar resistência para melhorar e mudar, e em muitos casos irá se desenvolver um pouco e acreditar que “possuem a verdade” ou que “estão fazendo algo certo porque tem muita gente concordando com o jeito deles de pensar”.

     3.     Irão querer levar o que acreditam para mudar o sistema do jeito deles ao invés de mudarem o sistema do jeito correto. Um exemplo, são aqueles que defendem que não deve existir estado (governo) mas não percebem que quando duas ou mais pessoas fazem parte de um grupo então criasse leis, regras e direitos que devem ser seguidos, ou seja, querendo ou não o estado sempre irá existir.

O quão ruim pode ser essas bolhas sociais?

Na verdade são terríveis. Basta olhar ao redor do globo para entender o que acontece. Muitos gostam de dizer que o ser humano é um ser muito bom, porém a verdade é que não é bem assim.

Enquanto o sistema ser o que é, o mundo nunca será um lugar melhor. Isso porque o sistema atual é um grande problema e não me entenda errado. Não sou “ANTI-SISTEMA”, na verdade sou a favor de um sistema superior e muito melhor do que o sistema atual.

O que eu gostaria que você pensasse agora é se você tem se prendido a bolhas sociais. Quero saber se você é capaz de pensar através das melhores informações ou se não faz ideia do que isso quer dizer.

Quem possui as melhores informações é tão evoluído que todas as “bolhas” ou níveis inferiores se encontram dentro dessa bolha maior maior (ou sem bolha se preferir) das melhores informações. Pessoas que tem um nível menor de desenvolvimento e de informação sempre se sentem acuadas e principalmente atacam aqueles que demonstram ser superiores em informação e que naturalmente são melhores em várias áreas.

Redes sociais e internet

Dias atrás vi um vídeo de um sujeito chamado Felipe Castanhari intitulado: “Você está em uma BOLHA SOCIAL? Descubra!”. Nele o youtuber fala ABERTAMENTE que estamos em “paralisia intelectual”, no qual diz que não conseguimos conversar tranquilamente sobre assuntos mais delicados ou assuntos políticos.

O problema é que esse Youtuber cometeu um grande erro. O erro é que, a partir do momento em que o desenvolvimento intelectual e emocional é baixo, não é uma questão de “bolha social”. Logo o erro dele é usar o argumento certo no debate errado. A Bolha Social é uma consequência e não a causa. E é muito importante que você entenda o que acabei de dizer. Se a Bolha Social não é a causa, a causa é outra. Logo a causa da Bolha Social é o desenvolvimento humano que por sua vez depende das melhores informações. E nós sabemos que as melhores informações o sistema atual não tem interesse nenhum em oferecer, tanto porque é impossível para o sistema atual oferecer as melhores informações pra você.

Em consequência, temos tudo o que expliquei até agora!

É inegável a influência de redes sociais no cenário global atual, analisando desde comércio, publicidade, cultura, estilos de vida, liberdade, política e demais outros assuntos, fruto da globalização, e talvez umas das últimas etapas da globalização a causar tanto impacto mundialmente.

Redes sociais como o Facebook, Twitter e Youtube apesar de oferecerem os seus serviços “gratuitamente”, são organizações que crescem exponencialmente nas bolsas de valores, mas como ganham dinheiro?

Informação é o termo chave que define a rentabilidade de organizações desse setor, nossas informações, nossos dados estão a todo momento sendo analisados, como você pode ver nesse link por exemplo.

Essas informações são filtradas, analisadas e catalogadas para nos proporcionar um serviço compatível com o gosto pessoal de cada um (o que intensifica e aumenta ainda mais a influência das bolhas sociais), isso auxilia as redes sociais a selecionar propagandas compatíveis com nossos interesses, amigos, grupo e etc. Esse é o preço que pagamos pelos serviços “gratuitos”. Nossos dados são utilizados para nos fazer sentir bem (ou manipular ou ocultar ou esconder ou influenciar quem eles quiserem) em um ambiente amigável, por exemplo, o Facebook nunca mostrará um anúncio sobre o Corinthians se você torcer para o Palmeiras.

Se você acha, avaliando pelo seu círculo social, que você detém de opiniões, gostos, aparências, culturas e estilos de vida parecidos com a maioria dos seus “amigos”, das redes sociais, e que talvez essa opinião seja a predominante em um largo cenário geopolítico, você está em uma bolha social.

Uma bolha social é o resultado da catalogação de suas informações, e interfere principalmente em opiniões pessoais, como acompanhamos através de movimentos políticos como o MBL (Movimento Brasil Livre) e o Jovens de Esquerda, movimentos culturais como Rock Wins e o Funk Wins, movimentos ideológicos, como as páginas Orgulho de ser héteroMoça, não sou obrigada a ser feminista, Feminismo sem Demagogia e Cartazes e Tirinhas LGBT, dentre milhares outras, causam uma segmentação de público, inclusive em escala mundial. A bolha coloca o usuário em um ambiente perfeito para ele, sem os perigosos conteúdos que possam chocar a sua realidade e contradizer suas opiniões.

Entendendo melhor a intolerância

Muitas pessoas vivem pelo politicamente correto, sentimentalismo, socialmente correto, crenças pessoas, informações que usa como “melhores informações” mesmo quando não é, bem, qual o problema com a intolerância, discussão, debates?

A resposta é NENHUM, exceto quando ultrapassa níveis que podem causar muito dado a alguém. O que significa que debater, discutir, não concordar e não querer ouvir a opinião contrária é muito importante.  Para a maioria das pessoas é: “isso é inaceitável, tem que ter mais amor”, porém se digo que “isso é inaceitável” estou fazendo o mesmo que eles. Logo não é porque defendo o “amor” ou sou contra discussões, isso não me torna melhor e muito menos tolerante.

Além disso o “culto a tolerância” tem se tornado o “culto da loucura”, porque qual é a razão de ser amigo de seu inimigo que irá matar você e sua família?

Somente um tolo ou completo ignorante se colocaria numa posição de ser tolerante com seus inimigos. E esse é um ponto muito importante que a maioria dos seres humanos não entendem:

  Ø Amor não torna inimigos em amigos

Simplesmente existem pessoas que são seres humanos terríveis e que irão prejudicar você, principalmente se ficar com esse discurso de perder: “o mundo precisa de mais amor”, “temos que ser tolerantes com as inimigos diferenças” ou “temos que viver o sentimento”, “todos temos que ser felizes”, e assim por diante.

Sendo assim, os mais intolerantes não são os intolerantes, são aqueles que são fracos e que usam suas fraquezas para tentar impor o que acreditam sobre os outros. Não existe debate com o inimigo e não falo de “inimigos” coloridos que ficam discutindo em um debate pra ver quem deve ser ou não o presidente. Estou falando dos inimigos reais que manipulam a sociedade na intenção de prejudicarem milhões de pessoas. Esses inimigos que estão por de trás de vários movimentos sociais e partidos políticos, mas principalmente que estão comprando a mídia.

Eles estão criando o caos através de “escravidão moderna através das bolhas sociais”. O que significa manter o sistema como está ou fazer o sistema ficar ainda pior. O que não é novidade alguma para quem se desenvolve corretamente e sabe exatamente o que acontece na realidade.

Podemos chegar à conclusão de que as pessoas que se acham superiores e que dizem que “falta amor no mundo”, “temos que amar mais o próximo”, na verdade são os mais intolerantes e a parte mais interessante é que eles não entendem porque são os mais intolerantes e perigosos. Eles não entendem que é através deles que o pior da humanidade vive influenciando nossa sociedade, mídia e principalmente o governo.

Depois o povo fica pedindo ajuda para melhorar o sistema porque não dá mais, porém eles mesmo não entendem como estão prejudicando a si mesmos e toda a sociedade pensando que “estão fazendo o que é certo e melhor para a humanidade”.

Eles vivem em uma bolha e não compreendem que eles não saíram da “matrix”, eles estão na matrix. Porém prefiro dizer que existem vários níveis e gosto de facilitar contando esses níveis de 0 a 10, onde 10 é o nível máximo onde encontramos apenas as melhores informações. Essas pessoas que prejudicam a humanidade e não entendem, a maioria delas se enquadra na categoria que chamo de “pessoas comuns”. De fato, são pessoas mal desenvolvidas, que seguem sua programação e em consequência tem uma tendência mais para a esquerda política e principalmente para o sentimentalismo e politicamente correto.

Como são a maioria, assim como acontece em toda bolha social, eles acreditam que os números ou a quantidade de pessoas que pensam iguais a eles, os fazem ter razão e acreditar que estão no topo da hierarquia moral, intelectual, social e religiosa.

Eles se acham sábios, mas na verdade não passam de tolos vivendo uma grande fantasia que irá durar para muitos deles, a vida inteira.

Por que votei em Bolsonaro nas eleições de 2018 para presidente do Brasil?

A maioria das pessoas não votam como eu voto. A maioria das pessoas simplesmente votam porque gostam ou não gostam. Votam porque acreditam ou não acreditam. Eu não sou assim.

Por muito tempo eu não entendia o jogo. Por muito tempo era mais um ignorante que acreditava que estava fazendo a diferença ou que em muitos casos, votava em branco acreditando que estaria mudando alguma coisa.

Somente depois de muitos anos estudando sobre as razões de tudo ser como é, encontrei a resposta. Finalmente descobri o que é o sistema atual.

Nas Eleições de 2018, votei em Bolsonaro por uma única razão: de todos os políticos, ele era o único com chances de manter o sistema atual. O restante iria destruir o sistema atual e implantar um sistema muito pior. Nós, assim como os EUA demos sorte. Outros países não tiveram tanta sorte e o que aconteceu com eles? Entraram em um conflito ainda maior e muitos deles estão em guerra contra seus próprios cidadãos.

Nenhum político moderno que defende o novo sistema, fazia parte das eleições. E de todos os políticos, Bolsonaro era o que melhor tinha chance de manter o sistema atual. Logo, fazia todo sentido votar nele. Antes alguém que irá manter o sistema, do que alguém que irá destruir ou prejudicar o sistema. Lembre-se que, quando alguém prejudica o sistema ou o muda para algo como comunismo, socialismo, politicamente correto, feminismo e etc, o país inteiro paga caro, com muito sofrimento e muito dor.

No futuro, as pessoas não irão errar ao votar e somente "erram" porque o sistema permite uma política totalmente nojenta. E essa é a razão do sistema continuar a ser a porcaria que é. Se você acredita que cada país tem que seguir o Anarquismo ou acabar com o estado, você simplesmente está usando o que acredita ser melhor, onde é incapaz de ver além de suas limitações. É apenas mais um no meio de tantas usando o que acredita como base para determinar como os outros deveriam viver.

No novo sistema, a política será muito diferente porém será muito difícil melhorar o país, onde a maioria das pessoas se acostumou com algo terrível e que acha normal. Não é correto culpar as pessoas porque a maioria delas são vítimas do sistema atual. Logo dizer que as pessoas são burras ou ignorantes, é a coisa mais tola que você pode fazer. Existem muitos monstros ao nosso redor e temos que lutar todos os dias para melhorar o país, mas entenda que, esses monstros farão de tudo para sobreviver. O que significa matar ou prejudicar você para atingirem o que tanto querem.

Documentário Importante: Uma verdade inconveniente 1 e 2


Trailer:


Sinopse

O documentário analisa a questão do aquecimento global, a partir da perspectiva do ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore. Ele apresenta uma série de dados para comprovar a correlação entre o comportamento humano e a emissão de gases na atmosfera. Não é preciso sairmos de casa para que vejamos uma série de fenômenos naturais com uma frequência elevadíssima, qualquer meio de comunicação é capaz de fornecer tais notícias, tais como: um furacão, enchentes, secas.
Gore faz uma comparação entre um objeto e a terra, quando passamos verniz em determinado objeto a sua espessura é fina, tal como a camada de ozônio em relação à Terra. Se aumenta a emissão de dióxido de carbono, a espessura da camada de ozônio aumenta, e maior quantidade de raios ficarão contidos dentro dela, ocasionando o aquecimento global.
Com o advento da Revolução Industrial tais efeitos aumentaram de forma assustadora, a escala progressiva está de maneira aceleradíssima, mesmo que tenhamos vários estudos provando que o mundo passa de maneira cíclica por tais eventos, nunca se constatou tais mudanças em níveis tão altos.
É necessário uma mudança de atitudes, desde a educação primária à reeducação dos adultos. Quantas catástrofes mais devem acontecer para que a sociedade acorde para essa realidade? Teremos tempo suficiente para esperar tal conscientização social? Os hábitos devem ser modificados, é necessário um freio ao capitalismo e um cuidado maior com o meio ambiente.

Documentário importante: Cowspiracy


Trailer:


Documentário completo:


Sinopse:
Cowspiracy: O Segredo da Sustentabilidade é um documentário onde é revelada a verdade sobre a indústria que mais tem destruído o planeta: a agropecuária.

Não existe mais nenhuma indústria que prejudique tanto o planeta como o consumo de carne, mas esta continua quase sem contestação. É o maior responsável pelo desmatamento, consumo e poluição de água, é responsável por mais gases de efeito estufa do que o setor de transporte, e é o principal motor da destruição da floresta, extinção de espécies, perda de habitat, erosão dos solos e praticamente todos os outros prejuízos ambientais.

Ao longo do documentário, assistimos à ousada procura da verdadeira solução para as questões ambientais e caminho para a sustentabilidade, bem como o enorme trabalho de investigação na descoberta da razão pela qual as principais organizações ambientais do mundo têm medo do discutir o tema.

É de louvar o enorme trabalho feito pelos cineastas Kip Andersen e Keegan Kuhn que se aventuraram num assunto bastante polêmico e superaram inúmeros obstáculos pelo enorme sigilo existente em torno deste tema, para que a verdade sobre o impacto ambiental da pecuária industrial seja conhecida pelo maior número de pessoas.

Você se considera uma pessoa ambientalista? Se preocupa com as florestas, com os mares, com a dizimação de espécies selvagens, com o que acontece com o ar que respira, a água que bebe, com a sobrevivência de seus filhos e netos, com o poder que corrompe os governos e que deixa milhões de pessoas na fome?

Esse é então um dos principais filmes (senão o principal) que você deveria assistir. Cowspiracy é um dos documentários mais recomendados e bem avaliados pelo público, imprescindível para quem se importa com o futuro do planeta. Você pode assisti-lo abaixo.

Alguns dados curiosos que se adquirem com o documentário:

  • A pecuária e seus derivados são responsáveis por, pelo menos, 32 mil milhões de toneladas Co² por ano, ou 51% de todas as emissões de gases com efeito estufa em todo o mundo;

  • Cultivar colheitas de alimentos para o gado consome 56% de água nos EUA;

  • Um hambúrguer exige 660 litros de água para produzir, o equivalente a dois meses de banhos de chuveiro;

  • 2.500 litros de água são necessários para produzir 1 kg de carne;

  • Os cientistas estimam que até 650.000 baleias, golfinhos e focas são mortas a cada ano por navios de pesca;

  • A agropecuária é responsável por 91% da destruição da amazônia;

  • Mais de 6 milhões de animais são mortos por hora para alimentação humana;

  • Por dia, uma pessoa que come uma dieta vegana poupa 1.100 litros de água, 45 quilos de cereais, 
  • 2,79 m² de terrenos florestais, 9 kg de Co² e a vida de um animal.




Documentário Importante: Winter on Fire


Trailer:


Sinopse: 

A distante e gélida Ucrânia foi sempre esmagada pela “Mãe Rússia” que a tratou como um mero satélite, um não-país, por séculos de existência. Se o tsarismo a menosprezava, a Revolução socialista e seu ímpeto para a instauração do comunismo mundial invadiu praticamente todos os países “afluentes” da Rússia e lá instaurou as ditaduras que formavam a Cortina de Ferro.

A coisa parecia ter melhorado a partir do esfacelamento da União Soviética e da independência da Ucrânia do imperialismo vermelho, em 1991. Mas entre 2004 e 2005, uma eleição extremamente questionada fez surgir a Revolução Laranja, que não aceitou a vitória fraudada de Viktor Yanukovych. Novas eleições foram conclamadas.

Mas Yanukovych voltaria ao poder em 2012, prometendo um pacto comercial com a União Européia, que permitiria que a Ucrânia, pela primeira vez, tivesse instituições sólidas e um governo que elevasse o padrão de vida do país, tendo como modelo os países liberais do Ocidente. Viktor Yanukovych, entretanto, traiu a plataforma que prometia nas eleições, voltando para o Leste e pretendendo tornar a Ucrânia novamente num peão de xadrez geopolítico dos ideais neostalinistas do presidente russo, Vladimir Putin.

Este fogo cruzado no gelo é retratado no excelente e obrigatório documentário da Netflix Winter on Fire: Ukraine’s Fight for Freedom. Um dos mais violentos protestos recentes é mostrado com todas as suas cores e seu resultado – afirmar apenas em números, que a convolução gerou 125 mortos, 65 pessoas ainda desaparecidas, 1890 feridos e uma guerra que já ultrapassou os 9 mil mortos (atualizando os números do filme) não mostra, de fato, o dia a dia se transformando em Kiev.

A palavra mais significativa do filme para se entender agitações políticas como as do Brasil, seja em 2013 ou 2016, está em seu título: liberdade. Esta palavra é praticamente inexistente nos protestos que varreram o mundo a partir do Occupy Wall Street. Não se viu nunca uma manifestação pedindo liberdade – nem mesmo contra a ditadura. Muito menos junho de 2013.

A liberdade, como o oxigênio, só é percebida quando falta – só é exigida quando o Estado gigante e controlador da sociedade sufoca a garganta. É a palavra que parece fazer com que a maior parte do filme, apesar das circunstâncias diversas, lembre tanto o Brasil em 2016. Um presidente que trai o seu discurso de campanha e que se alia a uma cada vez mais indisfarçada ditadura, enquanto o povo anseia pela civilização e pela aliança com a tradição européia (liberalismo, livre comércio, cultura ocidental, liberdade política, Estados enxutos, aversão ao terrorismo e ao neoimperialismo). Cenário que faz Ucrânia e Brasil se entenderem.

A palavra traidor também aparece muito na boca dos ucranianos. Se fosse usada no Brasil, explicaria sozinha por que presidentes eleitos (sobretudo quando de maneira bastante discutível) devem também ser apeados do poder, justamente pela vontade do povo. Depois, também aparece muito o vocábulo vergonha. Outro termo aparentemente simples, mas que evoca a honra e o sentimento de dever-ser. Substantivo que mostra a distância milenar, não apenas geográfica, entre ucranianos e brasileiros.

Os primeiros 25 minutos do filme mostram uma frustração enorme e uma manifestação pacífica que é reprimida violentamente pela Berkut, a força especial da polícia ucraniana (desfeita após os eventos do filme). “Reprimida violentamente” possui um sentido bem diferente do usado nos protestos de 2013 no Brasil: não significa bombas de gás contra um protesto atolado de “minorias de vândalos infiltrados”, mas uma polícia usando bastões de ferro, cercando pessoas e espancando quem ficar pelo caminho – cair e permanecer indefeso e inofensivo significa apenas ser cercado para apanhar mais, em cenas realmente chocantes do filme.

Mas as cenas lamentáveis que impressionam pelo continuum. Os protestos ucranianos não cabem em palavras, precisam de imagens – e o diretor Evgeny Afineevsky brilha em mostrar todos os ângulos do mais sangrento protesto ocidental – ou ao menos para ser ocidental – que transformou a capital num verdadeiro cenário de guerra, não apenas metaforicamente. Dos tiros e bombas cada vez mais pesados ao semblante do policial ouvindo e refletindo um discurso pedindo para eles servirem aos ucranianos, e não ao criminoso Yanukovych, o filme arrepia tanto sob rajadas de metralhadoras quanto no silêncio.

Políticos da oposição tentam discursar na Maidan, a principal praça de Kiev, e como cá, são rechaçados. A Ucrânia, o que não se vê no filme, é um país tão corrupto que consegue a façanha de ter uma avaliação pior do que a própria Rússia no Índice de Percepção de Corrupção (130.ª posição contra 119.ª). Líderes oposicionistas contra políticos corruptos são presos por corrupção anos depois. Lindbergh Farias e Collor seriam facilmente entendidos pelo povo ucraniano, que tampouco tem representação política de suas verdadeiras aspirações em tradições e valores.

A noção de que o protesto existe por algo que é certo, mas que não encontra eco nos políticos e no parlamento, mostra a universalidade do problema da “representação”, tão almejada quanto irreal.

O hino nacional ucraniano, bastante melancólico e parecendo conhecer a realidade em que é cantado, mostra o vácuo da crítica aos símbolos nacionais usados em protestos. Um símbolo ainda mais belo e emocionante são os sinos tocados pela catedral para ressoar o choro do povo. Entender a tradição, o passado como conhecimento, e a beleza que se extrai de um momento tão trágico e infeliz arranca suspiros de uma pedra.

Algumas cenas marcantes também mostram a diferença entre os protestos conhecidos dos brasileiros e a luta por liberdade. Assistir a homens fazendo um cerco protegendo as mulheres da polícia é uma cena que deixaria nossas feministas (com suas críticas ao Femen que vêm direto dos órgãos putinescos) em estado de confusão irreparável.

Um último termo também chama a atenção por sua total ausência em nossa história recente: herói. Diante de um governo brutal e uma polícia realmente assassina, faltam pessoas que realmente se sacrificam por algo maior do que um partido, uma ideologia ou uma vontade ou causa, e sim por uma verdadeira noção de justiça e de liberdade, maior do que a própria vida.

Há uma dinâmica comum a todos os protestos de rua na história, mas uma dinâmica específica daquilo que se chama tecnicamente de movimentos de massa, os movimentos sem foco e objetivo, que apenas geram a concentração de poder e a planificação total da sociedade sob um Estado “garantidor” de tudo. O primeiro grande movimento de massa foi a Revolução Francesa, e todas as grandes tiranias modernas surgiram com uma, da Rússia à Alemanha, da China ao Irã.

Os protestos brasileiros como os de junho de 2013 tinham certos componentes comuns a Kiev, como uma causa aparentemente menor (o valor da tarifa de ônibus ou algo muito mais justo e defensável como a prometida integração à União Européia) se dissolvendo em algo mais abstrato e genérico (o protesto pelo protesto ou a liberdade perante o Estado). A diferença de propósitos, todavia, marca o heroísmo.

Em Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs, as manifestações que tomaram as ruas do Brasil, conto a história de Rafael Lusvarghi, que aqui era black blocker e, fluente em russo, foi lutar junto aos rebeldes pró-Rússia (ou, mais exatamente, pró-Putin). Se aqui quem estava na rua reclamando de uma polícia despreparada (e, por isso, xingada de todos os nomes) eram pessoas buscando um Estado nos moldes do de Putin-Yanukovych, lá as pessoas tinham diante de si exatamente a realidade que entidades como MPL, CUT, MST, UNE e tantas outras querem impor ao Brasil, e precisavam daquilo que se sente falta quando o Estado domina toda a sua vida: liberdade. Como aquela encontrada nos países europeus. Lusvarghi, sem surpresas para quem entende a dinâmica mundial, chama a deposição de Yanukovych de “golpe fascista”, repetindo a cantilena mundial da esquerda.

É onde sentimos falta de uma provocação maior em Winter on Fire. O mundo livre rejeita Vladimir Putin, seja em House of Cards ou por não tratar bem os gays. Mas raríssimas pessoas sabem entender o que Putin pensa qual sua forma de governo e seus objetivos. Posto apenas como um caso de dois personagens autoritários, Yanukovych e Putin, tem-se a impressão de que há apenas vontade cega de tirania – não um ideário por trás.

Vladimir Putin prega o chamado eurasianismo – um misto de tudo o que é anti-ocidental para reerguer a Rússia do stalinismo. Dos comunistas e bolivarianos ao movimento neonazista. Da Igreja Ortodoxa dominada pela KGB aos braços xiitas não-wahhabitas do islamismo. Do ultra-nacionalismo ao movimento ambientalista controlador do capital. Quantas pessoas, sobretudo no Brasil, sabem explicar os conflitos nos Bálcãs ou a guerra civil na Chechênia, qual lado defende o que, quem é defensável, se há um lado a se defender?

Seu grande mentor, chamado sempre de “cérebro de Putin”, é o filósofo russo Aleksandr Dugin, que, por sinal, já debateu (e admitiu a derrota) com o filósofo brasileiro Olavo de Carvalho – debate compilado no livro Os Estados Unidos e a Nova Ordem Mundial. Dugin prega uma nova forma de poder total, declaradamente autoritário e contra as chamadas “democracias liberais” (o que os ucranianos pediam) centrado em Moscou. O que explica um dos pontos mais chocantes de Winter on Fire: o uso de mercenários sem ideologia, apenas violência, nos moldes rejeitados por Maquiavel para a conquista do poder. Dugin rejeita o materialismo europeu e, o que é dificílimo de ser entendido tendo educação brasileira, prega uma nova forma de espiritualismo ortodoxo.

Entender seus anseios (inclusive sua participação no Brasil) é de importância extrema – nada mais comum do que deslumbrados se espelhando “na luta por liberdade dos protestos mundiais” que, sem perceber, defende aqui justamente o ideário político das forças policiais que mataram incontáveis pessoas na Ucrânia.

Putin não é o que se pode chamar facilmente de “socialista”, afinal. Graças a isso, confunde até mesmo analistas extremamente gabaritados da direita, como Pat Buchanan, que já chegou a considerá-lo um grande expoente moderno do conservadorismo (confusão estranha com o neotradicionalismo eurasiano). Nada mais claro do que uma cena de House of Cards em que o fictício presidente russo Viktor Petrov diz que os carros Lada soviéticos eram um lixo, e que os atuais Lexus são maravilhosos. E ele quer um Lexus.

É a versão pós-socialista de uma economia com atuação autoritária do Estado. Exatamente o que muitos manifestantes pedem em passeatas apenas parecidas na forma com a ucraniana, como o Occupy Wall Street, os Indignados espanhóis, o movimento estudantil do Chile, o junho de 2013 no Brasil (e, hoje, a UNE, a CUT, o MST e derivados chamando de “fascistas” quem quer a liberdade perante a traição e o autoritarismo de Dilma Rousseff e do PT).

Evgeny Morozov, um dos maiores intelectuais públicos do mundo hoje, avalia em seu obrigatório The Net Delusion: How Not to Liberate The World, que o cyberutopismo está fazendo com que pessoas creiam numa litania sobre a força da internet para derrubar governos opressores e promover a democracia, sem nunca perceber que os próprios governos tirânicos estão usando a internet e a riqueza ocidental fortemente controlada pelo crony capitalism (tão comum à Rússia e Ucrânia quanto ao Brasil sob o PT – inclusive com um banco conjunto entre Dilma e Putin) para aumentar o controle sobre a população. E justamente mostrando riquezas ao povo, que ele só pode obter se praticar a obediência irrestrita ao poder cada vez mais completo de mandantes como Putin e Yanukovych. É algo que a infowar, a guerra de narrativas, trabalha no imaginário coletivo terrivelmente com a internet.

Além do perigo do Estado Islâmico se infiltrando fortemente nas mesquitas da Ucrânia, é uma provocação que o filme poderia fazer para apimentar ainda mais um título que não poderia ser outro: o inverno pegando fogo. Sem conhecer o que pensam os personagens, apenas se pensa que os antagonistas são maus, sem um antídoto para que os ocidentais não defendam o mesmo mal que acabaram de criticar ao assistir o filme.

Por fim, uma semelhança curiosamente diferente do Brasil. O povo ucraniano soube muito bem, em 2013 e 2014, que seu presidente havia traído o povo, que queria liberdade, capitalismo e ideais europeus, apontando para o Ocidente, e preferiu submeter toda uma população enganada a uma potência estrangeira. O Brasil, que com o PT se vergou ao Foro de São Paulo, desconhecido de 99% dos brasileiros, ainda não sabe do planejamento estratégico que envolve o partido que gerou as maiores convoluções do país, tanto para se eleger quanto para ser deposto.

Que nosso país não precise aprender apenas quando os planejadores estrangeiros das ditaduras bolivarianas aliadas ao PT resolvam mostrar sua força

Documentário Importante: Dinheiro Sujo - São 6 Episódios de tirar o Fôlego


Trailer:

Hoje eu quero falar de uma parda que é série, mas também é documentário. Pode chamar de uma série de documentários, ou chamar de um documentáriozão dividido em episódios. Chame como quiser. O que importa é que o nome é Dirty Money (Dinheiro Sujo), uma produção Netflix.

Dirty Money é uma série sobre capitalistas filhos da puta. Se você acha que é capitalista por que não gosta de comunistas, ou qualquer outra bobagem desse tipo, lembre-se que você está mortalmente enganado. Capitalista é aquela raça de desgraçados que vive única e exclusivamente da exploração do capital e, por consequência, das pessoas. Os donos da porra toda. Aquelas pessoas que estão acima do bem e do mal por nascerem mortalmente ricos. Dirty Money é sobre isso.
E sobre escândalos envolvendo grandes empresas. Na verdade é sobre esses escândalos. A outra parte que eu falei ali em cima é por que eu estou putaço.
A séride de documentários é divida em 6 partes. Vou colar a sinopse deles aqui, mas não vou traduzir na integra, vou fazer apenas um breve comentário, para o post não ficar enorme.

Brasil Sem Fascismo Parte 7



     1.      Use o que a oposição fez contra eles

Exemplo clássico: Lula deu dinheiro ao povo para enganar o povo e instalar algo parecido com o socialismo. Se o povo entender que eles foram comprados por micharia e que poderia ser muito mais em todas as áreas, o povo irá entender que o dinheiro que eles receberam era uma justificativa para manter a saúde um caos, a segurança um lixo, e assim por diante. Se o povo entender que o dinheiro que eles ganham todo mês foi para comprar o silêncio deles e para apoiarem a instalação de uma ditadura, o povo iria ficar muito puto. O povo iria votar no candidato correto pois iria perceber que eles mesmos foram comprados para apoiarem a destruição do estilo de vida dos filhos deles e deles, assim como compraram uma saúde, segurança e vida ruim pois poderiam ter muito mais porém optaram por serem comprados por muito pouco. A pobreza deles nunca irá ter fim com alguém como Lula pois Lula lucra na pobreza e na omissão do povo.

     2.      Compreender que o problema não é o voto da maioria

Faça com que o povo entenda que o sistema está podre. Faça com que o povo entenda que se as leis forem feitas pelo voto da maioria a maioria sempre irá pisar na minoria, criando e mantendo preconceitos. O correto de votar tem que ser baseado nas melhores informações, mantendo sempre o direito do próximo. O problema é que, isso é impossível em um sistema onde as pessoas não querem votar no que é certo ou errado, mas sim no que acreditam.

Por exemplo, imagine que a maioria é Nazista. Ao subirem ao poder, será implantado o Nazismo, e através do Nazismo Milhões de pessoas devem morrer.

O problema não é o voto da maioria mas sim a falta de controle existente sobre o sistema permitindo que comunistas, socialistas, organizações criminosas, guerrilheiros, subam ao poder. É importante ensinar ao povo que a democracia por influência é extremamente ruim e que é necessário implantar a democracia por competência. O que significa que o que irá vencer no final é o certo e o errado. Faça o povo entender que o sistema é pobre porém evite dizer que o problema é a democracia por influência, pois eles irão deduzir que você é contra a democracia. Sempre deixe bem claro que você é a favor da democracia porém é necessário mudar o sistema caso contrário a humanidade nunca será melhor. Use os medos deles para gerar a dúvida pois através da dúvida irão apoiar você, mesmo que não concordem com você.

     3.      Use as dificuldades das pessoas

Ser uma mãe solteira para muitas pessoas é muito difícil, então é necessário mostrar através dessas pessoas o quanto o sistema as prejudicado e que lutar para as pessoas superarem suas dores é o que importa, isso que as faz serem pessoas melhores.

Vulnerabilidade é o que faz com que traficantes, ladrões, usam esse problema para escolherem suas vítimas. Mostre essas histórias para o público como forma de mostrar como o sistema está podre e está destruindo a vida das pessoas. Isso fará com que a maioria aceite que o sistema é o problema e eles sabem que o problema é o sistema. O correto é fazer com que o povo seja direcionado a fazer o que é certo. Faça com que o povo se posicione contra a oposição.

53.  Use as novelas e séries

Como por exemplo, alguma novela sobre tráfico de pessoas. Isso irá gerar conscientização.

54.  Sempre homenageie os heróis nacionais e faça as pessoas os amarem

Não importa quem sejam eles pois eles são os que fazem o sistema aguentar firme e forte. Por isso merecem serem valorizados, principalmente os lixeiros. É necessário tratar os lixeiros melhor pois se uma profissão que poucos gostam for vista como uma profissão honrosa, as pessoas irão perceber que você se preocupa com todos.

55. Use as denúncias das fraudes da eleição

Mostre como é fácil burlar as urnas e mostre o Thiago revoltado ou pessoas revoltadas. Isso irá comover o povo a fazer o que é certo. O povo precisa ser motivado a fazer algo pois o ser humano sempre precisa de motivação para fazer alguma coisa. Principalmente algo tão importante quanto votar.

Brasil Sem Fascismo Parte 6



     1.      Vamos falar sobre ...

Uma das táticas usadas para enganar o povo é fazê-los conversar sobre algum assunto, fazendo-os pensar que eles podem mudar alguma coisa. De fato, estão usando a conscientização e também se aproveitando do “vamos falar sobre ...” para implantarem o que querem. Dessa forma, os principais assuntos sempre ficam em foco. É justamente isso que temos que fazer ou seja, falar sobre esses assuntos de uma forma que faça com que o povo seja direcionado exatamente par aonde queremos.

Sempre diga o quanto é importante as pessoas falarem sobre os assuntos que nós queremos. Quanto mais falarem sobre o que nós queremos, maior será nosso poder e influência.

     2.      Faça coisas boas e de alto valor

Quando digo “fazer coisas boas” significa fazer aquilo que irá aumentar o seu valor e que ao mesmo tempo seja positivo. Por exemplo, Jhonny Deep durante o período em que participava do filme Piratas do Caribe, se vestia de Pirata e ia visitar crianças em hospitais. Geralmente crianças com câncer. Essa estratégia pode ser feita com várias coisas, desde fazer o bem para pessoas pobres, auxiliar pessoas com condições horríveis, entre outras cosias. Aos poucos vamos direcionando a atenção do povo para as coisas que realmente importam.

É muito importante que as pessoas chorem. Se elas chorarem o impacto é muito maior, principalmente com as mulheres.

     3.      Crie programas ou Reality Show’s que aumentem o seu valor

Fazer Reality Shows fazendo algo bom para as pessoas é muito bom, porém criar Reality Shows que ficam marcados na mente do público, é muito mas muito poderoso. Por exemplo, Donald Trump nunca seria presidente dos Estados Unidos se não fosse pelo Reality Show “O Aprendiz”.

     4.      Utilizar todas as estratégias

A esquerda usa apenas uma estratégia através dos apelos irracionais (social, emocional, cultural, racial, gênero, e etc). Raramente a esquerda usa o racional, a não ser que os favoreça. Nós, temos que usar o que a esquerda usa e também usar o que a direita usa, que no caso é o racional, intelectual, entre outros. Em certos momentos uma das estratégias é necessária. É uma questão de adaptação. É necessário adaptar-se aos eleitores da esquerda, do centro e da direita, e a melhor forma de conseguir atingir todos, é mostrando que a melhor decisão é a que importa. Se a melhor decisão for da esquerda, então essa será a decisão escolhida. Se a melhor decisão for da direita, então essa será a decisão escolhida. Se a melhor decisão for do centro, então essa será a decisão escolhida. Não existe acordo para agradar ou enriquecer alguém. O que existe é tomar a melhor decisão para o país e para todos, principalmente minorias.

     5.      Conte histórias de exploração

Nos estados unidos o governo permite indiretamente a escravidão sexual de homens, mulheres e crianças. O Congo é um país onde está explorado tirando milhões do país onde as pessoas vivem com menos de dólares por dia e principalmente onde a violência sexual contra a mulher é gigantesca. Use tudo isso para que o povo perceba que querem fazer o mesmo com o Brasil e se não nos unirmos, eles irão através de diversos partidos (diga o nome dos partidos) fazer o mesmo com o Brasil. Acabando assim com nossa dignidade, estilo de vida, fazendo com que o salário mínimo seja muito menor, pois querem explorar o Brasileiro para deixar o Brasileiro na Merda.

Nesse caso é possível iniciar campanhas com os movimentos sociais, assim como irá unir esquerda e direita pois agora ambos tem um inimigo em comum ou seja o fascismo, globalismo, empresas multibilionárias que exploram pessoas e países. Sendo assim, o Brasil terá a permissão para expulsar todas as empresas que prejudicam o ser humano e também o meio ambiente. Uma vez com o apoio do povo, iremos modificar completamente várias áreas do país como por exemplo, iremos criar uma nova rede social, muito melhor do que as redes sociais atuais, e essa rede social irá ajudar milhões de pessoas ao redor do globo mas também do Brasil. Será uma competição direta contra o Facebook.

     6.      Marketing Constante e frequente

É muito importante que esteja na memória de curto prazo do seu público até que crie uma conexão de médio e longo prazo. Dessa forma o público terá a impressão que você faz muito mais do que realmente faz. A Coca-Cola investe muito dinheiro para estar presente nos momentos mais importantes como Natal, Pascoa, entre outras datas importantes.

     7.      Faça desafios com famosos e também com seu público

O objetivo é fazer com que o público seja ativo e desafiar pessoas famosas ajuda a aumentar a sua influência.

    8.      Use imagens fortes de tráfico de pessoas, escravidão moderna, violência onde tem morte ou não desde que gere polêmica e muita comoção chamando atenção para o partido, pessoa ou movimento

Essa regra é muito simples porém precisa ser bem elaborada. É necessário fazer o povo perceber os problemas existentes e em muitos casos é necessário chocá-los porém tem que chocá-los aos poucos, sempre respeitando a estratégia e o tempo correto.

Use entrevistas de pessoas estupradas, que sofreram violência sexual por muitos dias, escravidão sexual, tráfico de pessoas, escravidão moderna ou seja, mostrando pessoas que ganham menos de 2 reais por dia e que vivem em condições horríveis.

    9.     Use o e-mail marketing criando eventos, entrevistas, bônus, e liberação das propostas e do partido ou pessoa

A ideia aqui é fazer com que as pessoas que tem interesse recebam as melhores notícias, promoções, ajuda, informação através do e-mail marketing. Criando assim uma grande corrente onde poderemos fazer diversas ondas ou correntes.

     10.                        Use coisas comuns e simples do dia a dia do povo brasileiro de todas as classes sociais.

O objetivo aqui é unir todas as classes sociais contra algo pior. Conseguindo assim, o apoio de todos. Sendo assim é necessário saber as dores dos pobres, as dores da classe média, as dores da classe alta.

Pessoas simples gostam de viajar no fim de semana, estar com os amigos tomando uma cerveja ou comendo um churrasco. Use isso para atacar algo pior, fazendo-os ver que se eles não se posicionarem corretamente, irão perder o que tanto amam e é verdade, tanto porque Lula deu dinheiro para o povo para que o mesmo votasse nele para que depois tirasse o dinheiro do povo, assim como as cervejas e o churrasco de domingo.

     11.                        Faça os empresários entenderem o problema e o ajuda a livrarem-se de suas dores

Empresários tendem a serem bem racionais. Se conseguirem entender que se votarem na oposição ou votarem em manter o sistema como está eles irão perder dinheiro ou irão fechar ou seja, as dores deles irão piorar.

Entenda as dores dos empresários e ofereça soluções eficientes para cada uma delas se eles apoiarem você. Também os faça entender que se votarem em candidatos corruptos ou em candidatos socialistas, comunistas, guerrilheiros e etc, mostre para eles que através da imposição e da caneta, 60% das empresas fecharam ou o empresário perdeu seu negócio pois o ditador através da canetada declarou que a empresa não é mais sua mas sim do governo.

Mostre para os empresários o que acontece quando os empresários apoiam indivíduos que não deveriam. Mostre para eles que eles irão ganhar muito mais apoiando você ou seu partido do que a oposição porém não faça promessas irrealistas ou que tenha que usar de dinheiro para comprar corruptos ou nos piores casos se envolver com a escória (corruptos, ladrões, organizações criminosas, traficantes de pessoas, traficantes de órgãos e etc). 

Use o que a esquerda pensa dos empresários para fazê-los apoiar você ou seu partido. Por exemplo, pegue os esquerdistas que odeiam a classe média e alta, assim como que odeiam os empresários e empresas. Faça com que os empresários vejam como as pessoas estão sendo manipuladas para destruírem seu país.

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